sábado, fevereiro 10, 2007

Mês 2 na Sapucaí!1!!

WEI! A aproximadamente 10 dias, iniciou-se o mês 2, o último mês que separa o ócio do verdadeiro início do ano no calendário brazileiro. Vindo logo depois do mês de Vindimário, fevereiro também é conhecido como Februário ou Quaternário, isso no calendário da revolução militar da década de 60.

Este célebre mês encontra ao seu final as águas de março, que também fecham o verão e toda essa palhaçada de 50º C na sombra, praias superpopulosas, ócio criativo e superavit na cotação do litro do protetor solar. Mas não obstante, é o mês do CAR NAVAL - diz-se que trata-se de uma festividade portuguesa, um hand-me-down lusitano datado dos dias de glória da Coroa. Fazendo um extensivo estudo etimológico da palavra, o termo CARNAVAL é uma hábil compactação entre as palavras "Carne", "nada" e "vale". "Carne nada vale".

Ou seja: em toda a putaria e surubacanais, a Igreja Católica de Portugal decidiu dar esse nome à festa de rabetas expostas, de números ever-increasing de mães solteiras, e de números maiores ainda de filhos feitos por pais não-nacionais. Festejem, metam, bebam, mas lembrem-se: a carne nada vale.

É inquestionável o fato de que é uma festa portuguesa (vinda de Portugal), considerandum que "carne nada vale" é uma afirmação pálida em sua veracidade - o kilograma de Fillet Mignon nunca me pareceu barato, e há quem diga que no Japão as crianças troquem seus Playstations 4 e Nintendo WEI por 1 kg de carne de primeira. Ou 2 kg pra levar os 2 consoles. Isso é, 1 kg pra cada um.

Apesar de tudo, existem correntes na internet que juram que a etimologia da palavra não é essa. Milhares de usuários crêem piamente, por exemplo, que a palavra FUCK (do inglês, foder) é uma sigla que significa Fornication Under Consentment of the King - criada numa época de super população na Inglaterra: para ficarem íntimos das demoiselles, os knights britânicos precisavam de permissão (ou consentment) do King. Com a palavra carnaval, não podia ser dEferente.

Sábios das escolas Falkinianas afirmam que CARNAVAL na verdade é um acrônimo sintático coeso, datado da época das Grandes Navegações - Cristoph Coulomb, Peter Alvarez Cableair, e Americus Vespucius. Naqueles tempos, era crescente a necessidade de um veículo confortável, que transpusesse largas distâncias marítimas e fosse fácil de pilotar.

A portentosa marinha britânica produziu vários protótipos de seus NAVAL CARS (o carro-naval, a vanguarda da exploração de nosso mundo), mas todos foram habilmente sabotados pelos nossos ancestrais Manoéis e Joaquins. Não somente sabotaram como habilmente instauraram uma rede de espionagem industrial para que pudessem produzir seus próprios veículos desbravadores. Claro, por motivos de patente precisariam de um nome spoof: CAR NAVAL.

Surpreendentemente, os CAR NAVAIS portugueses não só obtiveram grande sucesso no descobrimento de países como o brazil (não que fosse fácil não-enxergar um país desse tamanho), como também eram eficazes transportadores de ouro contrabandeado em santos do pau-oco. A Coroa Portuguesa em muito alegrou-se ao testemunhar tamanho êxito, e não tardou a oficializar uma festa em homenagem ao seu novo advento marinho: nascia, ali, o carnaval.

Bom, não peço a ninguém que acredite nisso. Só porque deu na internet não quer dizer que seja verdade. Mas só porque deu na escola não quer dizer que esteja certo.

É melhor dar no motel, na escola dá suspensão. E cortes de mesada.